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                                    INGREDIENTES
  • 45 g de trigo para kibe
  • 200 g de tomate picado sem sementes
  • 1 cebola picada
  • 2 pepinos picados
  • 1 maço de salsinha picada
  • 3 colheres (sopa) de suco de limão
  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • sal e pimenta-do-reino a gosto
  • 1/4 colher (chá) de noz-moscada
  • hortelã picada
  • salsa picada
  •                             MODO DE PREPARO
  • 1 Em um recipiente, deixe o trigo de molho por 2 horas.
  • 2 Lave bem o trigo em água corrente, escorra e esprema nas mão para retirar o excesso de umidade.
  • 3 Passe a cebola picada em água fria e escorra bem.
  • 4 Junte os outros ingredientes (menos o tomate) e deixe tampado na geladeira por pelo menos 8 horas.
  • 5 Acrescente os tomates na hora de servir.

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Adotar uma dieta sem produtos de origem animal não é sinônimo de déficit na conta bancária. Saiba como aderir ao veganismo sem prejuízo

No início de agosto, o texto “Como é ser vegana e favelada” viralizou nas redes sociais – foram quase 400 compartilhamentos só no Facebook. Ele é de autoria da carioca Thallita Xavier, que publicou a reflexão em seu blog, SIM, SOU VEGANA E FEMINISTA PRETA!. Na visão dela, a ideia de que o veganismo é caro se confunde com o fato de ele ser elitista.
“Ser vegano tá longe de ser caro. Veganismo é uma ideologia ética e política na qual você faz o teu possível pra não causar nenhuma crueldade aos animais. Então, nós veganos, não comemos animais, não vestimos animais, não usamos produtos testados em animais e por aí vai. Mas desde quando vegetais são caros? Até onde eu sei, o kg da batata é bem mais barato que o kg da carne. Então, nas compras do mês, quem é vegetariano faz economia”
Em outro trecho, Thallita explica por que, na sua opinião, esse estilo de vida é elitista:
“O acesso à informação sobre diversas coisas do mundo vegano não chega na periferia. É elitista porque mesmo não sendo caro o custo da comida, os lugares cobram caro por ela. Porque é criado um conceito que vegetariano é coisa de rico, e pessoas ricas sentem prazer em pagar caro. Por isso, muitas vezes o vegetarianismo é associado à coisa de gente ‘fresca’, porque muito artista, por exemplo, é vegetariano pensando em saúde. E todos nós sabemos que cuidar da saúde é caro”.
A nutricionista Alessandra Luglio, diretora do Departamento de Saúde e Nutrição da Sociedade Vegetariana Brasileira, divulgou o post de Thallita em sua página no Facebook. Segundo ela, é possível, sim, seguir uma dieta livre de ingredientes de origem animal sem gastar muito. “São os alimentos mais simples e baratos que existem. Não precisa comprar produtos veganos que estão no mercado e que são mais caros”, comenta.

Quer ter uma alimentação vegana gastando pouco? Siga estas dicas

Alimentação prioriza vegetais e peixes, mas exclui grupos importantes para um cardápio nutritivo

 (RossHelen/Thinkstock/Getty Images)
A dieta pegana pode ainda não ter caído no gosto dos brasileiros mas já virou um dos assuntos mais pesquisados no Google dos Estados Unidos desde fevereiro de 2018, quando o termo foi usado pela primeira vez por Mark Hyman, autor do livro Comida: Que Diabos eu Deveria Comer.
A proposta é misturar duas alimentações aparentemente opostas: o veganismo, que exclui tudo o que é de origem animal da rotina; com a dieta paleolítica, que preza o que os homens das cavernas comiam há milhares de anos atrás (geralmente muita carne vermelha e frutos colhidos na hora). Como resultado, um cardápio composto por 75% de vegetais e frutas, contra 25% de proteínas

Dieta pegana: a mistura da paleo + vegana funciona?



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